Ética, igualdade e inteligência artificial

Autores

Resumo

A inteligência artificial traz profundas alterações à sociedade, sejam sociais, econômicas ou culturais, com importantes repercussões em princípios éticos universalmente partilhados, como liberdade, privacidade, igualdade e não discriminação, em especial no setor da saúde. Se por um lado seu desenvolvimento pode gerar crescimento econômico, por outro pode agravar a vulnerabilidade de diversos grupos, como mulheres, idosos ou pessoas com deficiência, em decorrência de desinformação ou de vieses algorítmicos. O artigo analisa os mais relevantes instrumentos legais existentes que enquadram a inteligência artificial como ferramenta de fomento de igualdade e de inclusão geral e conclui que é preciso promover estratégias holísticas para colocar as oportunidades geradas por ela à frente dos riscos.

Palavras-chave:

Bioética, Ética, Inteligência Artificial, IGUALDADE DE DIREITOS

Biografia do Autor

Sofia B. Nunes, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, Porto, Portugal.

Sofia B. Nunes – Doutoranda – asnunes@med.up.pt
0000-0002-7182-9890

Rui Nunes, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, Porto, Portugal.

Rui Nunes – Doutor – ruinunes@med.up.pt
0000-0002-1377-9899

Como Citar

1.
B. Nunes S, Nunes R. Ética, igualdade e inteligência artificial. Rev. Bioét. [Internet]. 16º de dezembro de 2025 [citado 22º de janeiro de 2026];33. Disponível em: https://revistabioetica.cfm.org.br/revista_bioetica/article/view/3981