Espiritualidade e religiosidade em pacientes com hipertensão arterial sistêmica

Autores

  • Cristiane de Fátima Silva Universidade Federal de Alfenas-MG
  • Fernanda Ribeiro Borges Universidade Federal de Alfenas-MG
  • Carolina Costa Valcanti Avelino Universidade Federal de Alfenas-MG
  • Amanda Vaz Tostes Campos Miarelli Universidade Federal de Alfenas-MG
  • Gabriela Itagiba Aguiar Vieira Universidade Federal de Alfenas-MG
  • Sueli Leiko Takamatsu Goyatá Universidade Federal de Alfenas-MG

Resumo

Hipertensão arterial sistêmica é o principal fator de risco para complicações como infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral e doença renal crônica, resultando em relevante problema de saúde pública no Brasil e gerando custos médicos e socioeconômicos elevados em decorrência de tais complicações. A hipertensão arterial sistêmica associada a aspectos como espiritualidade e religiosidade tem sido tema de vários estudos. Assim, realizou-se pesquisa descritiva, exploratória, de delineamento transversal, com o objetivo de avaliar a espiritualidade e a religiosidade de 65 pacientes hipertensos atendidos em centro de atendimento a doenças crônicas. Os domínios “perdão” e “autoavaliação” receberam melhor pontuação, apresentando média de 1,42 e 1,46, respectivamente. Já o domínio “religiosidade organizacional” resultou em maior média entre os entrevistados (3,00). A espiritualidade e a religiosidade de hipertensos são importantes dimensões que devem ser consideradas na elaboração de projeto terapêutico holístico.

Palavras-chave:

Espiritualidade. Religião. Hipertensão.

Biografia do Autor

Cristiane de Fátima Silva, Universidade Federal de Alfenas-MG

Enfermeira. Residente Multiprofissional em Saúde da Família. Escola de Enfermagem. Universidade Federal de Alfenas-MG.

Como Citar

1.
Silva C de F, Borges FR, Avelino CCV, Miarelli AVTC, Vieira GIA, Goyatá SLT. Espiritualidade e religiosidade em pacientes com hipertensão arterial sistêmica. Rev. bioét.(Impr.). [Internet]. 20º de julho de 2016 [citado 29º de fevereiro de 2024];24(2). Disponível em: https://revistabioetica.cfm.org.br/revista_bioetica/article/view/1170