Supervisão ética em sistemas inteligentes de apoio à saúde

Autores

Resumo

O artigo tem como objetivo propor diretrizes éticas e um modelo de avaliação para o uso de inteligência artificial em diagnósticos médicos. Realiza-se análise crítica da literatura bioética e normativa, fundamentada nos princípios da autonomia, beneficência, não maleficência e justiça. Com base nessa análise, desenvolve-se uma hierarquia dos principais desafios éticos envolvidos, que abrange desde a qualidade e a governança dos dados até a sustentabilidade ética das tecnologias empregadas. Propõe-se, ainda, um modelo de avaliação baseado em métricas objetivas, voltado ao monitoramento contínuo da aplicação da inteligência artificial na prática clínica. Conclui-se que o equilíbrio entre inovação tecnológica e humanização do cuidado é essencial, cabendo às associações médicas um papel regulador estratégico na preservação dos valores fundamentais da medicina.

Palavras-chave:

inteligência artificial, ética, ética médica, sistemas inteligentes, Inteligência artificial. Ética. Ética médica. Sistemas inteligentes.

Biografia do Autor

Ricardo Rheingantz Abuchaim, Advocacia-Geral da União, Pelotas/RS, Brasil. Universidade Federal de Pelotas, Pelotas/RS, Brasil.

Ricardo Rheingantz Abuchaim – Doutor – ricardoabuchaim@hotmail.com
0009-0006-9802-6648

Daniel Brito de Araujo, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas/RS, Brasil.

Daniel Brito de Araujo – Doutor – araujodb@gmail.com
0000-0002-4840-945X

Como Citar

1.
Rheingantz Abuchaim R, Brito de Araujo D. Supervisão ética em sistemas inteligentes de apoio à saúde. Rev. Bioét. [Internet]. 7º de abril de 2026 [citado 19º de abril de 2026];34. Disponível em: https://revistabioetica.cfm.org.br/revista_bioetica/article/view/3995