Psicoterapia e inteligência artificial: limites tecnológicos na promoção da saúde

Autores

Resumo

A integração da inteligência artificial (IA) na psicologia tem registrado um crescimento significativo, porém as questões bioéticas associadas ainda são pouco discutidas. Este ensaio crítico analisa os desafios bioéticos, biojurídicos e os que se relacionam com o Código de Ética do Profissional da Associação Americana de Psicologia no contexto do uso de inteligências artificiais para psicoterapia. Duas categorias principais foram desenvolvidas: “Inteligência artificial e psicoterapia: funcionalidade, integração e aplicação” e “Desafios e limites bioéticos na integração da inteligência artificial na psicologia”. O ensaio examina o caráter dessas intervenções, destacando seus riscos e benefícios potenciais, bem como os limites éticos envolvidos. Conclui-se que a integração de inteligências artificiais na psicoterapia apresenta riscos e limitações que demandam estudos mais aprofundados e maior atenção e discussão por
parte da comunidade científica e dos profissionais da área.

Palavras-chave:

Inteligência Artificial, Bioética, Psicologia, Confidencialidade, Privacidade

Biografia do Autor

Sophia Ivantes-Rodrigues, Universidade Cesumar, Maringá/PR, Brasil.

Sophia Ivantes Rodrigues – Graduanda – sophiaivantes@hotmail.com
0009-0008-9967-6049

Marilia da Matta Silva, Universidade Cesumar, Maringá/PR, Brasil.

Marília da Mata Silva – Doutoranda – marilia.mata1991@gmail.com
0000-0001-7346-2386

Leonardo Pestillo de Oliveira, Universidade Cesumar, Maringá/PR, Brasil.

Leonardo Pestillo de Oliveira – Doutor – leopestillo@gmail.com
0000-0001-5278-0676

Lucas França Garcia, Universidade Cesumar, Maringá/PR, Brasil.

Lucas França Garcia – Doutor – lucasfgarcia@gmail.com
0000-0002-5815-6150

Como Citar

1.
Ivantes-Rodrigues S, Silva M da M, Pestillo de Oliveira L, Garcia LF. Psicoterapia e inteligência artificial: limites tecnológicos na promoção da saúde. Rev. Bioét. [Internet]. 9º de dezembro de 2025 [citado 22º de janeiro de 2026];33. Disponível em: https://revistabioetica.cfm.org.br/revista_bioetica/article/view/3958