A representação dos cuidados paliativos como ars moriendi moderna

Autores

Resumo

Nos tempos medievais, o surgimento de uma doença era quase equivalente a enfrentar a morte, de modo que a família e a igreja iniciavam a assistência adequada. A assistência aos doentes e moribundos era uma parte essencial da doutrina cristã. Com esse modelo de ars moriendi, os pacientes e seus familiares tinham a oportunidade de compartilhar suas necessidades espirituais e estreitar as relações na terminalidade da vida, sendo, portanto, uma forma de cuidar dos doentes terminais. Atualmente, podemos aplicar esse tipo de modelo ao que conhecemos como cuidados paliativos, que se referem aos cuidados promovidos na terminalidade da vida, e podemos equipará-lo a ars moriendi. Este estudo busca compreender as semelhanças entre ambos para aproximar diferentes formas de entender a morte.

Palavras-chave:

Ars moriendi, cuidados paliativos, historia, humanización.

Biografia do Autor

Javier Manuel Yagüe Sánchez, Servicio Andaluz de Salud

Enfermero Gestor de Casos. 

Experto Universitario en Bioética y Bioderecho. Máster en Innovación e Investigación en Cuidados de Salud.

Departamento de Medicina Interna

Ciuidados Paliativos

Hospital Universitario Puerta del Mar

Cádiz España

Como Citar

1.
Yagüe Sánchez JM. A representação dos cuidados paliativos como ars moriendi moderna. Rev. bioét.(Impr.). [Internet]. 13º de março de 2024 [citado 19º de abril de 2024];31(3). Disponível em: https://revistabioetica.cfm.org.br/revista_bioetica/article/view/3502