Covid-19: o que dizem os códigos de ética profissional?

Autores

Resumo

O novo coronavírus (Sars-CoV-2) chegou ao Brasil em fevereiro de 2020, com alta taxa de transmissibilidade e letalidade. Diante de tal situação, o Ministério da Saúde emitiu a Portaria 639/2020, que instituiu a ação “O Brasil Conta Comigo: Profissionais da Saúde”, com o fim de cadastrar e capacitar profissionais para o combate à pandemia. Esta pesquisa visa identificar, dentre as profissões elencadas pela mencionada portaria, aquelas que trazem orientações aplicáveis à atual situação em seus códigos de ética. Trata-se de pesquisa documental, exploratória, descritiva e qualiquantitativa, que utiliza como método a análise estatística e de conteúdo. Os textos dos códigos de ética foram processados pelo software Iramuteq e passaram por análises de especificidades e similitudes. Das profissões analisadas, sete apresentaram em seu código de ética conteúdo que pode ser relacionado à pandemia de covid-19: enfermagem, farmácia, fonoaudiologia, fisioterapia, psicologia, serviço social e terapia ocupacional. As orientações, no entanto, apresentaram pouca conexão com o código como um todo, o que indica limitações nos documentos deontológicos analisados. 

Palavras-chave:

Ética. Bioética. Códigos de ética. Ocupações em saúde. Epidemias. Pandemias.

Biografia do Autor

Tiago Pereira de Souza, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Mestre em Saúde Coletiva.
Doutorando do Programa de Pós-graduação em Ensino das Ciências.

Cibele Gulartt Avendano, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Bacharel em Comunicação Social – Jornalismo.
Mestranda do Programa de Pós-graduação em Ensino das Ciências.

Erissandra Gomes, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutora em Ciências Médicas: Pediatria.
Docente do Programa de Pós-graduação em Ensino das Ciências.

Como Citar

1.
Pereira de Souza T, Gulartt Avendano C, Gomes E. Covid-19: o que dizem os códigos de ética profissional?. Rev. bioét.(Impr.). [Internet]. 21º de junho de 2021 [citado 19º de maio de 2024];29(2). Disponível em: https://revistabioetica.cfm.org.br/revista_bioetica/article/view/2578