Vade mecum sobre o morrer e a morte

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Resumo

Considerando o impacto da morte em múltiplos aspectos da coletividade humana, este artigo reflete sobre como diferentes culturas, em épocas distintas, relacionaram-se com esse tema, buscando interpretar os vários significados associados à finitude. Para tanto, o estudo parte de uma revisão bibliográfica de abordagem qualitativa. Constata-se que as civilizações que se sucederam ao longo dos séculos têm em comum uma série de barreiras para compreender e aceitar a morte. E, a despeito de novos paradigmas socioculturais, da liberdade de expressão e de toda a evolução tecnológica que caracterizam a sociedade contemporânea, a desmistificação da morte ainda requer empenho. Em sua conclusão, o texto enfatiza a necessidade de ampliar discussões e estratégias para enfrentar as questões relacionadas à finitude humana, levando em conta que novas ressignificações conceituais sempre emergem com o progresso da ciência.

Palavras-chave:

Temas bioéticos. Morte. Tanatologia. Direito a morrer. Eutanásia.

Biografia do Autor

Cláudio França Braga, Universidade do Vale do Sapucaí (Univas)

Médico especialista em Oftalmologia, Medicina do Tráfego, Medicina Legal e Perícia Médica. Mestre em Bioética (Univas).

Médico Legista Classe Especial da Polícia Civil de Minas Gerais e Médico Perito da Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão de Minas Gerais.

Como Citar

1.
Braga CF, França Braga SAH, Tosta de Souza VC. Vade mecum sobre o morrer e a morte. Rev. bioét.(Impr.). [Internet]. 14º de dezembro de 2021 [citado 20º de abril de 2024];29(4). Disponível em: https://revistabioetica.cfm.org.br/revista_bioetica/article/view/2540