(Bio)ética e população em situação de rua: entre Agamben e Derrida

Autores

  • Fernanda Gomes Faria Escola Nacional de Saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz.
  • Rodrigo Siqueira-Batista Universidade Federal de Viçosa

Resumo

Neste artigo pretende-se analisar problemas bioéticos relativos às populações em situação de rua a partir dos conceitos de homo sacer, de Giorgio Agamben, e de hospitalidade incondicional, de Jacques Derrida. Como elementos- chave destacam-se a invisibilidade dessas populações e o reconhecimento de que profissionais e instituições de saúde devem operar em lógica de cultura hospitaleira, que considere o cuidado às pessoas em situação de rua como significativa ação ética.

Palavras-chave:

Atenção primária à saúde. Ética. Pessoas em situação de rua.

Biografia do Autor

Fernanda Gomes Faria, Escola Nacional de Saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz.

Mestre. Psicóloga residente da Escola Nacional de Saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz. Rio de Janeiro, TJ, Brasil.

Rodrigo Siqueira-Batista, Universidade Federal de Viçosa

Doutor em Ciência. Professor Adjunto do Departamento de Medicina e Enfermagem, Universidade Federal de Viçosa (UFV). Programa de Pós-graduação em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva, Universidade Federal do Rio de Janeiro. 

Como Citar

1.
Faria FG, Siqueira-Batista R. (Bio)ética e população em situação de rua: entre Agamben e Derrida. Rev. bioét.(Impr.). [Internet]. 21º de dezembro de 2020 [citado 24º de fevereiro de 2024];28(4). Disponível em: https://revistabioetica.cfm.org.br/revista_bioetica/article/view/2426