Doação de órgãos e tecidos humanos: a transplantação na Espanha e no Brasil

Autores

Resumo

A partir de dados brasileiros e espanhóis, este artigo aborda aspectos relevantes da doação e transplantes de órgãos, como a relação entre oferta e demanda, legislação vigente, custos e possíveis estratégias para aumentar taxas de doação e melhorar de forma geral o processo de transplantes. O objetivo deste artigo é apresentar dados empíricos atuais que incrementem o conhecimento relevante para a avaliação bioética. Os dois países se destacam: o Brasil por ter o maior sistema público de transplantes de órgãos do mundo, e a Espanha por manter há décadas o maior índice de doadores efetivos por milhão de pessoas. Análise inicial dos dados sugere a necessidade de lidar mais abertamente com os interesses dos afetados e a opinião pública, criando articulação sistêmica entre legislação, políticas públicas baseadas em evidências e pesquisa.

 

 

Palavras-chave:

Bioética. Transplante. Obtenção de tecidos e órgãos-Doações. Estatística. Legislação.

Biografia do Autor

Gustavo Henrique de Freitas Coelho, Universidade Federal de Uberlândia

Graduado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, pela Universidade de Franca – UNIFRAN (2015). Atualmente é graduando em Filosofia, pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU); pesquisador do Grupo de Estudos em Ética (CNPq/UFU) e PIVIC/UFU.

Alcino Eduardo Bonella, Professor Titular da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Programa de Pós Graduação em Ciências da Saúde (UFU) e em Filosofia (UFU), Pesquisador CNPq e Fapemig.

Possui mestrado (1995) e doutorado (2000) em filosofia pela Universidade de Campinas (UNICAMP). Fez estágios de pós-doutorados na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG, 2005) e na Universidade de Oxford (2005 e 2011).

Como Citar

1.
Coelho GH de F, Bonella AE. Doação de órgãos e tecidos humanos: a transplantação na Espanha e no Brasil. Rev. bioét.(Impr.). [Internet]. 20º de setembro de 2019 [citado 25º de maio de 2024];27(3). Disponível em: https://revistabioetica.cfm.org.br/revista_bioetica/article/view/1987