A relação médico-paciente na perspectiva da Recomendação CFM 1/2016

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Resumo

Resumo


Por muito tempo, a relação médico-paciente apresentou fortes traços de paternalismo, com o médico dirigindo o paciente e decidindo sobre o tratamento. Com a evolução do princípio da autonomia do paciente, o paternalismo dessa relação se fragilizou, tornando-se necessária comunicação mais horizontal. A Recomendação do Conselho Federal de Medicina 1/2016, que trata do consentimento livre e esclarecido, atribui ao médico a responsabilidade de desenvolver relação intersubjetiva com o paciente, estabelecendo conexões mais simétricas e igualitárias. Este artigo propôs analisar, a partir do Código Civil e da bioética, os conceitos de autonomia e capacidade, buscando entender como a comunicação intersubjetiva entre médico e paciente pode auxiliar a obtenção segura do consentimento.



Palavras-chave:

Bioética. Relações médico-paciente. Consentimento informado. Autonomia pessoal.

Biografia do Autor

Márcia Maria Pazinatto, Faculdade Unianchieta

Sócia-administradora a ASO Assessoria e Saúde Ocupacional, empresa que trabalha com assistência médica em processos judiciais.

Como Citar

1.
Pazinatto MM. A relação médico-paciente na perspectiva da Recomendação CFM 1/2016. Rev. bioét.(Impr.). [Internet]. 19º de junho de 2019 [citado 21º de fevereiro de 2024];27(2). Disponível em: https://revistabioetica.cfm.org.br/revista_bioetica/article/view/1884