Ordem de não reanimar pacientes em fase terminal sob a perspectiva de médicos

Autores

  • Elcio Luiz Bonamigo Unoesc - Universidade do Oeste de Santa Catarina
  • Elzio Luiz Putzel Universidade do Oeste de Santa Catarina
  • Klisman Drescher Hilleshein Universidade do Oeste de Santa Catarina

Resumo

Ordem de não reanimar consiste na manifestação expressa da recusa de reanimação cardiopulmonar por paciente com doença avançada em progressão. Objetivou-se descrever a atitude dos médicos em relação à ordem de não reanimar e à necessidade de sua normatização. Foi aplicado questionário a 80 médicos inscritos na delegacia do Conselho Regional de Medicina de Joaçaba/SC, Brasil. Verificou-se que 90% dos participantes conheciam o significado dessa ordem, 86,2% concordavam em acatá-la, 91,2% consideravam importante seu registro em prontuário e 92,5% consideravam oportuna a emissão de normatização a respeito. Concluiu-se que a maioria dos médicos tinha conhecimento sobre Ordem de Não Reanimar, concordava em respeitá-la, valorizava seu registro em prontuário e desejava a normatização por parte dos órgãos competentes.

Palavras-chave:

Doente terminal. Bioética. Ordens de não ressuscitar. Massagem cardíaca. Respiração artificial. Futilidade médica.

Biografia do Autor

Elcio Luiz Bonamigo, Unoesc - Universidade do Oeste de Santa Catarina

Médico oftalmologista em Joaçaba, professor de Bioética e Oftalmologia da UNOESC - Universidade do Oeste de Santa Catarina,  doutor em Bioética.

Como Citar

1.
Bonamigo EL, Putzel EL, Hilleshein KD. Ordem de não reanimar pacientes em fase terminal sob a perspectiva de médicos. Rev. bioét.(Impr.). [Internet]. 25º de novembro de 2016 [citado 29º de fevereiro de 2024];24(3). Disponível em: https://revistabioetica.cfm.org.br/revista_bioetica/article/view/1139