Terminalidade da vida em situação de morte encefálica e de doença incurável em fase terminal

Autores

  • Reinaldo Ayer Oliveira

Resumo

Há grande dificuldade em definir, de forma clara e objetiva, quando a vida termina. No campo da bioética, a eutanásia, provavelmente, é um dos temas mais polêmicos e delicados. A possibilidade dos transplantes rompeu uma barreira conceitual introduzindo a noção de morte encefálica como critério de morte da pessoa humana, com possível disponibilidade de órgãos e tecidos do seu corpo. A morte encefálica, expressão da irreversibilidade das lesões do sistema nervoso central, adquiriu estatuto próprio e sua definição passou a ser estabelecida por lei e normas complementares. Nos últimos tempos, tem havido dificuldade para entender-se o fenômeno da morte em diversas situações, especialmente quando se reconhece que o doente está em fase conhecida como terminal de vida – dificuldade essa que tem gerado grande debate envolvendo pessoas do meio científico ou não.

Palavras-chave:

bioética, terminalidade de vida, morte encefálica, eutanásia, distanásia

Biografia do Autor

Reinaldo Ayer Oliveira

Conselheiro do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo e docente de Bioética da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

Publicado:

2009-09-15

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Como Citar

1.
Oliveira RA. Terminalidade da vida em situação de morte encefálica e de doença incurável em fase terminal. Rev. bioét.(Impr.). [Internet]. 15º de setembro de 2009 [citado 4º de março de 2024];13(2). Disponível em: https://revistabioetica.cfm.org.br/revista_bioetica/article/view/109