Ética na decisão terapêutica em condições de prematuridade extrema


Resumo


Os limites de viabilidade na prematuridade e a sobrevivência com mínimo de sequela são temas atuais de grande importância ética. A prematuridade extrema pode resultar em inúmeras sequelas e danos crônicos que limitam a funcionalidade. Ao se optar pelo prolongamento da vida de recém-nascidos muito imaturos, há maior exposição do prematuro e da família a situações de dor, desconforto e estresse. A presente revisão trata dos aspectos éticos relacionados a essa tomada de decisão considerando o limite de viabilidade e as sequelas neuropsicomotoras decorrentes da prematuridade extrema. Atualmente, a questão gira em torno da importância da valorização não só da sobrevivência desses prematuros, mas também da manutenção de sua qualidade de vida, uma vez que são mais predispostos a sequelas em curto, médio e longo prazos.

Palavras-chave


Prematuro; Ética; Recém-nascido de peso extremamente baixo ao nascer; Desenvolvimento infantil

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