Reforma curricular e intenção profissional de especialização médica

Matheus Magalhães Apolinário, José Antônio Chehuen Neto, Renato Erothildes Ferreira, Andressa Carvalho Quinet de Andrade, Jonas Munck de Oliveira, Matheus Bresser, Pedro Murari de Barros

Resumo


A reforma determinada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em medicina estabeleceu como eixo do modelo didático-assistencial a atenção primária à saúde. Contudo, a escolha pela especialização pode ser influenciada por fatores individuais, culturais e socioeconômicos. O objetivo deste estudo foi avaliar os aspectos que motivam estudantes na escolha da carreira e o impacto da reforma curricular nesta decisão. Trata-se de pesquisa transversal, descritiva e quantitativa, com aplicação de questionários pela internet a 1.006 alunos de medicina das cinco regiões do Brasil. Concluiu-se que houve pouco interesse por medicina da família e comunidade (1,5%; n=15), ginecologia e obstetrícia (3,6%; n=31) e pediatria 4,7% (n=47). A afinidade pela área foi o principal fator nessa escolha, sendo considerada “muito importante” por 91,05% (n=916) dos discentes, seguida pelo estilo de vida pretendido (56,8% n=571).

 


Palavras-chave


Medicina. Currículo. Atenção primária à saúde.

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