Editorial

Clóvis Francisco Constantino

Resumo


Se a única certeza que cada ser humano pode ter na vida é a de sua própria morte, é paradoxal que vivamos em uma sociedade que tenha tanta dificuldade em lidar com esse fenômeno existencial. Embora qualquer um possa compreender a tenacidade com que cada pessoa se agarra à vida e sentir o pavor que pensar na própria morte desperta, nossa cultura considera falar na morte algo “mórbido” e, mesmo pensar nela pode ser o prenúncio da queda no abismo da depressão; pode estar sinalizando a ideia do suicídio.

Palavras-chave


editorial;bioética

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