Editorial


Resumo


Ainda que se considere a bioética plural, aberta a múltiplas conceituações e perspectivas, não deixa de ser preocupante constatar que em muitos casos ela é utilizada como ferramenta para legitimar o status quo, ou seja, para servir aos interesses coercitivos do mercado por intermédio da autoridade conferida à área biomédica. Esta constatação alarmante sobre o rumo que a reflexão neste campo vem tomando, principalmente no Hemisfério Norte, pode ser observada até mesmo nos grandes eventos internacionais de bioética, nos quais conferências e palestras adotam uma posição que pretendem pragmática, mas que resvala para a insensibilidade e o desrespeito ao ser humano.

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