Autonomia e o Direito de Morrer com Dignidade

Maria Julia Kovács

Resumo


O texto coloca em discussão algumas questões relativas à autonomia do paciente em estado grave. Os recursos tecnológicos da medicina atual permitem o prolongamento da vida em muitas situações que, até um passado relativamente recente, determinavam a morte do paciente. O que se procura discutir é se o prolongamento artificial da vida deve se sobrepor obrigatoriamente como única alternativa eticamente válida, mesmo quando envolve sofrimento para o doente, para os que lhe são próximos e comprometimento da dignidade da pessoa. Qual o sentido de se falar,nestes casos, da validade ética de uma morte digna?

Palavras-chave


Competência; dignidade; paternalismo; paciente terminal

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