Morte digna: percepção de médicos de hospital de ensino

Fernanda Naspolini Zanatta, Ana Maria Nunes de Faria Stamm, Lara Patricia Kretzer, Saskia Pereira Teixeira, Fernanda Wolff da Silva Arruda

Resumo


Com o objetivo de identificar a percepção de morte digna de médicos de hospital de ensino, propõe-se estudo transversal, com amostra por conveniência (100 médicos), utilizando a versão reduzida da escala de percepção de morte digna. Todos os fatores do instrumento foram considerados de alta necessidade, enfatizando-se boa relação com a família (98,9%), manutenção da esperança e do prazer (97,8%) e não ser um fardo para os demais (92,3%). Mulheres priorizaram boas relações com a família e equipe; médicos com mais de 45 anos, não ser um fardo para os demais; e os sem religião, não ser um fardo e ter controle sobre o futuro. A percepção de morte digna dos médicos valorizou aspectos sociais, como afetividade e convivência, ao priorizar esses três fatores, além de demonstrar que idade, sexo e religiosidade a influenciam. 


Palavras-chave


Morte. Direito a morrer. Pessoalidade. Cuidados paliativos.

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